Inovação: como o iFood cultiva hoje o crescimento de amanhã

Na Nova Economia, a inovação é o motor do crescimento. Bruno Henriques, VP de Growth do iFood, explica como a foodtech descobre hoje os novos mercados de amanhã.

Na Nova Economia, o crescimento é o oxigênio das empresas. E a melhor maneira de garantir que vamos seguir crescendo no futuro é inovar hoje, estar sempre em busca de novas descobertas e de entender o que será relevante amanhã.

Existem dois componentes fundamentais para o sucesso de uma empresa nesse novo cenário. O primeiro – e mais óbvio – é organizar os times para executar muito bem aquilo que já dominamos. O problema é que não dá para viver somente daquilo que já conhecemos e fazemos. Em algum momento, essa receita chegará ao seu limite e não vai mais funcionar.

Por isso, o segundo componente indispensável é separar, na operação, um time que tenha liberdade para fazer as coisas que você não imagina, que não estão nos planos. Profissionais com carta branca para arriscar, errar, perder —e aprender com essas experiências. É o que fazemos com os nossos Jet Skis, equipes dedicadas a descobrir qual será a próxima aposta do iFood.

Para nós, o importante é testar, melhorar, testar de novo até descobrir um novo caminho. No meio de dez testes, de repente, uma inovação dá certo, pode escalar e viabilizar uma nova onda de crescimento para o negócio. No iFood, nosso pensamento é o de nunca estarmos satisfeitos com o que já conhecemos. Buscamos sempre um ingrediente novo para manter altas taxas de crescimento.

Nessa dinâmica, a gente erra mais do que acerta. Mas os projetos que dão certo são incríveis. Alguns exemplos são o teste de uso de drones para fazer entregas em Campinas (SP) e Aracaju (SE), o desenvolvimento do robô ADA (um veículo autônomo e sustentável para transportar alimentos) e a criação do iFood Box, um armário para armazenamento temporário das entregas em prédios comerciais e residenciais.

Algumas dessas soluções ainda não estão maduras, mas vêm sendo aperfeiçoadas porque sabemos que serão importantes para alimentar o nosso crescimento no futuro. E a roda não deixa de girar: seguimos em busca do que vai mudar completamente nosso mercado amanhã.

Comer é um momento muito bom, de prazer, de celebração. A inovação não vai criar uma pílula que vamos engolir em vez de fazer uma refeição gostosa. Mas vai trazer novas maneiras de nos alimentarmos melhor e com mais satisfação.

O iFood ainda pode fazer muito pela alimentação dos brasileiros. Estamos só começando a trazer tecnologia para esse setor – sabemos que temos um papel fundamental nisso. Nascemos como uma empresa de delivery, mas nosso futuro será completamente diferente. Seremos ainda mais relevantes na cadeia de alimentação, levando comida mais barata, com mais qualidade e mais eficiência para os brasileiros.

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